De certo que já tentaste visitar o CJOVEM através do teu telemóvel e o resultado não foi o mais agradável, pois não?
Pois bem, sempre a pensar nos leitores (e aproveitando uma nova funcionalidade à disposição do blogspot) o CJOVEM activou a vista "mobile friendly". Uma função que altera o design do blogue para melhor interagir com os nossos telemóveis.
Testa, então, esta nova funcionalidade e dá-nos o teu feedback.
Olly
Ah que alegria!
Deus faz-se homem e também já nasceu!
Onde? Em mim:
Ele escolheu-me como sua "mãe".
Como pode isto ser? Minha alma é Maria,
Manjedoura o meu coração
e o meu corpo, gruta.
A nova justiça são as faixas e os panos, José o temor de Deus
e as forças do ânimo são anjos em alegria e a luz o seu clarão,
os sensos púdicos são os pastores,
que o encontram.
A equipa do CJOVEM (Animadores do JMC, colaboradores, etc.) deseja aos nossos jovens leitores um
Santo e Feliz Natal 2010
Que vivam um Natal missionário junto dos que vos são mais queridos.
E porque não devemos nunca esquecer que somos Cristãos, Missionários e Consolatinos, fica um pensamento de Natal do fundador, o Beato José Allamano:
O Natal não é uma festa só para as crianças; é para todos. Se queremos entrar no reino dos céus temos de nos fazer como as crianças. O próprio Jesus, sendo tão grande, não desdenhou de se fazer menino.
Por alturas do Natal somos invadidos de vídeos, canções e coisas que tais que nos façam lembrar a época que estamos a viver. Uns mais originais que outros, é verdade mas todos com vontade de nos fazer passar um bom momento. Esta quarta-feira não podia fugir à regra...
É mais do mesmo mas vale sobretudo pelos apontamentos de humor.
CJovem
Jesus nasceu pobre. Pobre e excluído por uma sociedade que não estava pronta para o acolher. Apesar de ser Deus nunca quis ser exultado. Viveu simples mas nunca fechou os olhos à injustiça, aos que sofriam. E para isso pôs em causa muitos poderosos – os mesmos que o crucificaram. E se nasceu pobre numa manjedoura, aceitou também morrer pobre e excluído na cruel morte que foi a cruz. A história de Jesus não é a história de um típico super-herói daqueles que nos entram todos os dias na televisão. Não usou os seus super-poderes para destruir os seus inimigos mas antes, aceitou-os com amor e bondade infinita. A mesma que usou para os perdoar quando o matavam – não sabiam o que faziam…
Olá meninos,
Aqui vai a carta tanto esperada e, como alguém dizia, um presente de Natal.
Não sei já que língua escrevo, tenho alguma dificuldade a escrever....
Como o tempo passa, estou aqui há quase 10 meses, pelo carimbo que me colocaram à chegada, em Brasília, passaram já 11 meses... mas isso é outra história.
Nem sempre consigo aceder aos emails, nem escrever mensagens. Mas hoje parece que estou num dia em que até está a ser fácil...
O Natal chegou mais cedo ao JMC Centro! =)
Na noite de 18 de Dezembro, convidámos as nossas famílias a juntarem-se a nós para celebrar o Nascimento do Menino, ainda que antecipadamente.
"Estava preso e foste-me visitar"(Mt. 25, 36) "Lembrai-vos dos presos como se estivésseis na prisão com eles"(Hb.13,3)
Neste sábado, 18 de Dezembro, alguns jovens do JMC centro, tivemos a oportunidade de visitar e animar a Missa do 4º Domingo do Advento no Estabelecimento Prisional de Leiria, mais conhecido como Prisão-Escola.
Foi o Capelão daquele centro prisional, Pe. Manuel Pedro, que nos propôs esta actividade de animação, após nos ter conhecido na Vigília Missionária Diocesana, realizada no passado mês de Outubro, nas Matas de Espite, onde também nós participámos. Aceitámos com muito gosto este desafio, que se revelou diferente, mas gratificante.
Porque a Missão envolve sacrifício, às 8h30 da manhã fria (gelada!!) de sábado lá estávamos nós à porta do centro prisional, armados de violas, boas vozes e muito calor humano. Depois das formalidades relacionadas com a segurança: identificação, etc. lá nos encontrámos, na capela do centro prisional, com cerca de 30 jovens, com os quais partilhámos a Eucaristia. A prisão-escola é uma cadeia especial onde estão reclusos jovens com idades entre os 16 e os 21 anos.
Foi tudo muito diferente do que estamos habituados, mas nem por isso saímos desanimados.
Aliás, saímos da Prisão-Escola e de junto destes jovens com o desejo de voltar…!
Os jovens de todos os quadrantes, grupos, movimentos, paróquias, dioceses, ordens religiosas... já se mobilizam, desde há muitos meses, para o grande acontecimento cristão que convoca e congrega mais jovens no mundo: as Jornadas Mundiais da Juventude - JMJ Madrid 2011.
Em tempos de crise há muitos jovens que buscam, na criatividade, e até mesmo no sacrifício, modos de conseguir recursos para conseguir um "pé-de-meia" que lhes possibilite a viagem a Madrid. Ele são bolinhos, rifas, bugigangas, voltar à tradição do mealheiro que vai engordando, engordando...
Pior do que não conseguir ir, é não ter feito nenhum esforço, desperdiçando o sonho.
Vem aí a festa da fé. A grande festa da juventude que acredita, com Cristo, em Igreja.
Vai! Forma parte de algo grande. E faz por isso! Agosto de 2011 e Madrid esperam por ti.
É dentro de nós que Jesus nasce
Dentro destes gestos que em igual medida
a esperança e a sombra revestem
Dentro das nossas palavras e do seu tráfego sonâmbulo
Dentro do riso e da hesitação
Dentro do dom e da demora
Dentro do redemoinho e da prece
Dentro daquilo que não soubemos ou ainda não tentamos
O Presépio somos nós
É dentro de nós que Jesus nasce
Dentro de cada idade e estação
Dentro de cada encontro e de cada perda
Dentro do que cresce e do que se derruba
Dentro da pedra e do voo
Dentro do que em nós atravessa a água ou atravessa o fogo
Dentro da viagem e do caminho que sem saída parece
O Presépio somos nós
É dentro de nós que Jesus nasce
Dentro da alegria e da nudez do tempo
Dentro do calor da casa e do relento imprevisto
Dentro do declive e da planura
Dentro da lâmpada e do grito
Dentro da sede e da fonte
Dentro do agora e dentro do eterno
José Tolentino Mendonça
O Natal é quando e onde o homem quiser e, apesar de muito explorado economicamente, já nos habituou às luzes, cores e ritmos.
E se, de repente, este nos fosse apresentado com um tom mais colorido? Com um cheirinho a especiarias orientais? Pois bem, o momento de descontracção desta semana leva-nos ao "Natal indiano". Eheh!
Experimentemos então analisar a crise actual da dívida pública portuguesa por outro prisma. Portugal é um pequeno país da periferia da Europa. Sofre de graves problemas estruturais principalmente ao nível das qualificações que é transversal a todo o país. Isto leva a que os processos de produção deixem o país com níveis de produtividade imensamente baixos quando comparados com os outros países da UE. Os países periféricos acumulam sempre défices nas balanças de pagamentos (importações menos exportações) que são compensados com os excedentes de outros países. Depois do 25 de Abril, o país tentou uma sucessiva aproximação aos restantes países europeus que culminou com a entrada na então Comunidade Económica Europeia em 1986. O principal trunfo de Portugal junto da Europa era a sua mão-de-obra barata, o que possibilitou que viessem muitas empresas estrangeiras estabelecer fábricas no nosso país, permitindo assim grandes níveis de crescimento. A entrada no Euro permite que o dinheiro entre a baixo custo na nossa economia. Os créditos tornam-se baratos. A euforia em relação ao futuro do país generaliza-se. São organizados importantes eventos que mostram para fora um país próspero e desenvolvido como a Expo 98 ou mais tarde, o Euro2004.
A dívida pública e o défice das contas públicas mantém-se a níveis minimamente aceitáveis até que em 2001 o défice atinge valores anormalmente elevados, derivado de derrapagens nas contas públicas. Os sucessivos governos que aparecem de seguida tentam pôr ordem nas contas aumentando impostos e reduzindo a despesa com claros efeitos recessivos na economia. Em 2006 o défice parece estar controlado, sem que a dívida pública tenha subido para níveis insustentáveis. Em 2007 surge a crise internacional que nos afecta com força em 2008. O défice dispara em virtude dos mecanismos já explicados. A dívida pública dispara em virtude do défice.
Continua a ler a reflexão ao 3º Dom. do Advento, clicando sobre texto. O autor, Pe Patrick Silva, português, é Missionário da Consolata, actualmente em São Paulo, Brasil. Iluminado pelas leituras do domingo, escreve semanalmente "Palavra Orante", sempre disponível em "Palavra Missionária".
Ao longo da terceira semana do mês de Outubro, na Escola Dr. Correia Alexandre, Caranguejeira, decorreu a campanha de recolha de fundos para ajuda aos Missionários da Consolata no projecto Empada 2010; nesta campanha, angariámos 200€ que entregámos, por cheque, aos Missionários da Consolata, em Fátima.
Faz hoje, também, anos! Mais precisamente 62 uma das mais negligenciadas e maltratadas declarações alguma vez assinadas pela ONU (ousamos afirmar).
A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi adoptada pela ONU em 10 de Dezembro de 1948. Esboçada principalmente por John Peters Humphrey, do Canadá, mas também com a ajuda de várias pessoas de todo o mundo - Estados Unidos, França, China, Líbano entre outros, delineia os direitos humanos básicos.
Já alguma vez desesperaram à procura de um documento na net e não conseguiram encontrar?
Pois bem, a sugestão desta quarta-feira pretende resolver essas dores de cabeça. Goofind é um serviço da Google que procura apenas por documentos... e resulta!
Experimentem e adicionem aos favoritos.
Quando a corja topa da janela, o que faz falta?
Quando o pão que comes sabe a m..., o que faz falta?
O que faz falta é avisar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é avisar a malta, o que faz falta! (bis)
Quando nunca a noite foi dormida, o que faz falta?
Quando a raiva nunca foi vencida, o que faz falta?
O que faz falta é animar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é acordar a malta, o que faz falta! (bis)
Quando nunca a infância teve infância, o que faz falta?
Quando sabes que vai haver dança, o que faz falta?
O que faz falta é animar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é empurrar a malta, o que faz falta! (bis)
Quando um cão te morde uma canela, o que faz falta?
Quando à esquina há sempre uma cabeça, o que faz falta?
O que faz falta é animar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é empurrar a malta, o que faz falta! (bis)
Quando um homem dorme na valeta, o que faz falta?
Quando dizem que isto é tudo treta, o que faz falta?
O que faz falta é agitar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é libertar a malta, o que faz falta! (bis)
Se o patrão não vai com duas luvas, o que faz falta?
Se o fascista conspira na sombra, o que faz falta?
O que faz falta é avisar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é dar poder à malta, o que faz falta! (bis)
O que faz falta é avisar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é avisar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é acordar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é empurrar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é agitar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é libertar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é avisar a malta, o que faz falta!
O que faz falta é dar poder à malta, o que faz falta!
Ao ver muitos dos meus confrades na celebração, percebi realmente que o espírito de família que o nosso fundador tanto falava está vivo e funciona. O entusiasmo juvenil, demonstrado pelos que estivem no Cacém participando do Retiro de Advento foi muito marcante neste momento da minha vida.
Tinham planos e, de repente, o tapete do destino sacudiu-lhes o corpo e a cabeça. Quiseram desistir, esconder as incapacidades, ignorar a realidade. Reaprenderam a viver, reajustaram os projectos de vida. Sílvio, Vítor, Cláudio e João procuraram formação e arranjaram trabalho. De consumidores de pensões sociais passaram a contribuintes que também fazem girar a economia.
Dono / Administrador / Arquitecto / Construtor / Planos de vida / Projecto / Oração / Escolhas de Vida / Felicidade / Sacrifício...
Estas são apenas algumas palavras que “ficaram no ouvido” após este fantástico fim-de-semana passado no Cacém, em Retiro. Após mais uma semana atribulada, é muito bom retirar-mo-nos do mundo onde vivemos e parar… Parar, não só para descansar, mas também para reflectir e orar.
Neste espírito, cerca de 30 jovens foram ao encontro da felicidade, sem medos e receios: SEM MEDO DE SER FELIZ, foi o tema central que nos acompanhou.
Não é fácil este caminho para a Felicidade: é difícil e longo, obriga a renúncias e a sacrifícios que tantas vezes nos fazem duvidar e querer desistir; contudo, sabemos que desistir não é caminho e há que ter coragem para continuar.
Há que ressalvar alguns dos momentos, que a meu ver, foram marcantes: lembro a Oração do Sem-Abrigo (Sábado à noite), em que fomos convidados a colocar-mo-nos na pele de um sem-abrigo, despojados de tudo, e a Ordenação Diaconal do João Batista, no Mosteiro do Jerónimos, no Domingo. Testemunhamos nesse grande momento que alguém e não tem medo de ser feliz consagrando a sua vida para o serviço do evangelho e da Missão.
Foram momentos bem passados; momentos de oração, de reflexão e de convívio que, com certeza, ficarão registados na memória.