sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Mais debate...

Quero também lançar uma questão para debate.
Uma questão que têm dado pano p'ra mangas de conversa um pouco por todo o lado, até lá fora...
Afinal, o que acham das declarações do nosso Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, acerca das mulheres casarem com muçulmanos?
Deixem o vosso comentário...
Tiago Santos

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Mais... do mesmo, (Um eterno conflito).

Hoje, nas minhas deambulações habituais, à procura de links interessantes deparei-me com um sítio que, não sendo atractivo nem relevante o suficiente para caber no nosso "Link da semana", merece destaque.

Eis o LINK, o sítio, em inglês, não é mais que um contador (diariamente actualizado) do número de baixas sofridas, por ambas as partes, neste mais recente conflito israelo-palestiniano, mas faz pensar, nem que seja pela enorme disparidade de baixas de ambos os lados.

Não tanto pelo tema em si (que é apenas "mais... do mesmo") mas porque gostaria de saber qual a vossa opinião acerca do conflito israelo-palestiniano, isto é, uma opinião livre e isenta das habituais politiquices/ideologias que vemos, todos os dias, nos noticiários.

Bons comentários.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O que é ser pessoa?

Afinal ... O que é ser Pessoa?
É apresentar um património genético idêntico ao gorila?
Ou é, por outro lado, fazer a diferença entre todos os animais terrestres?
'Crescimento humano' foi o tema global do último encontro de formação dos jovens missionários do JMC Fátima.

Com o auxílio do João, debateram-se algumas questões sobre a formação de uma pessoa enquanto parte de uma sociedade. Aprendeu-se que existem sintomas que nos indicam que nem sempre caminhamos em direcção à meta da felicidade, mas que por outro lado, em direcção ao prazer momentâneo que não dura muito. Sintomas esses como o não saber o que querer desta vida nem se preocupar com isso, o querer tudo ao mesmo tempo ou mesmo o querer fortemente algo que nem sempre será o melhor para um crescimento certo.

Mas nem sempre somos assim, porque escolhemos moldar-nos desta forma. Existem, portanto, factores como a hereditariedade e o ambiente social em que vivemos que nos tornam “moldados à força”. Muitas vezes ouvimos alguém dizer na rua “Olha que lindo bebé…tem os olhos do pai e a boca da mãe!” ou “Que arrogância…vê-se bem a quem sai!”. Não temos culpa de certo defeito (ou mesmo qualidade) que possuímos mas como conscientes e racionais que somos podemos mudar um pouco de maneira a contribuirmos com mais sorrisos para cada vizinho, irmão, pai… De uma maneira resumida, cada um deve aceitar-se e acreditar que não é nenhuma aberração no meio dos tantos comuns mortais. Ninguém gosta de ver pessoas clonadas por alguém famoso só porque não sabem ser elas próprias.

Outro ponto: o crescimento humano começa por aprender a crescer e, para isso, a comunicação sincera em sociedade é necessária juntamente com uma preocupação de ajudar os outros nos seus próprios crescimentos pessoais. Por último, cada um deve ter alguma crença em algo ou alguém para que a meta da felicidade seja muito melhor definida e o caminho se torne mais fácil.

E, para que esta avaliação psicológica sobre o crescimento de cada jovem fosse mais bem feita, cada um foi convidado a identificar-se com certas qualidades e defeitos. Foi apresentada uma pequena folha com as palavras: calmo, minucioso, seguro, desconfiado, pessimista, inseguro, equilibrado, determinado, carinhoso, sentimental, compreensivo, religioso, sincero, tímido, optimista e realista. Cada um seleccionou aquelas com que se identifica e especificou em que momentos apresenta cada característica seleccionada. No fim desta formação, cada pessoa foi solicitada a transmitir duas qualidades e um defeito de alguém presente para que a comunicação em sociedade desse um pouco mais de frutos e a reflexão de crescimento humano de cada um fosse gratificada.

De seguida, os jovens dirigiram-se à capela para fazer uma pequena oração e no fim todos se aqueceram um bocadinho com o habitual chá característico dos encontros de Jmc.

Sara Rodrigues, JMC Fátima