"O nosso Instituto pertence a Deus desde o principio; é d'Ele, como um campo é do seu proprietário. Foi Nossa Senhora que o fundou e os inícios vêm de Deus . Por isso, hoje é dia de acção de graças." (Beato José Allamano, fundador dos Missionários e das Missionárias da Consolata) Os Missionários (IMC) e as Missionárias da Consolata (MC) estão, hoje, 29 de Janeiro, de parabéns. É o dia de aniversário da fundação, pelo Beato José Allamano, destes dois Institutos missionários. Os Missionários (padres e irmãos) foram os primeiros, em 1901, há 108 anos, e as Irmãs, um pouco mais tarde: em 1910, há 99 anos. Os Institutos já são os dois muito velhinhos, não é?! Mas talvez se aplique aquela cantilena de 'ser como o vinho do Porto'! Mais velhinhos: mais experiência e, neste caso, mais qualidade no serviço missionário. Hummm! Se calhar estou a exagerar. Uma coisa é certa: de um velhinho espera-se sabedoria de vida, serenidade, conselhos e, além disso, perdoa-se-lhe muita coisa, não é verdade!
Dois Institutos, uma só família: a dos IMC e das MC e, nos últimos anos, vieram-se juntar os Leigos Missionários da Consolata (LMC). Objectivo: servir o evangelho, na Missão. Parabéns!
»»» Meus caros amigos, - a maioria jovens - que acompanhais este blogue: vou lançar a cada um um desafio. Hoje, no aniversário dos missionários e missionárias da Consolata, o que se te ocorre dizer-lhes? Vá lá: uma frase, uma palavra, um estímulo, um agradecimento, um puxão de orelhas...
Não te assustes... Nada de especial, nem de muito pensado ou elaborado. Vai ao espaço para os 'comentários' deste post e diz da tua justiça. Não deixes para amanhã o que podes escrever agora! E, já agora, aos missionários/-as que passam por aqui peço que partilhem connosco como pensam e celebram este dia.A. Brás
Actualmente vivemos num mundo cada vez mais secularizado. Face a este problema, foi-nos pedido, enquanto alunos da Escola de Formação Missionária, no Centro de Espiritualidade e Missão, que reflectíssemos sobre o que podemos fazer para alterar esta situação.
Depois de reflectir, concluímos sobre algumas medidas práticas. Achámos que as crianças e os jovens devem ser o primeiro alvo da Evangelização. Os jovens devem ser confrontados com situações chocantes e reais para que se sintam provocados, inquietos e com vontade de agir.
Devemos incutir nos jovens a radicalidade como forma de vida, empenharem-se em agir e dar o seu contributo para a construção de uma sociedade de valores. Devemos consciencializar os jovens para a promoção da dignidade humana
Devemos também apostar nos meios de informação e marketing. Estes são importantes recursos, sempre atentos às necessidades actuais dos jovens e por isso devem ser utilizados para impulsionar a Evangelização de forma mais estimulante e criativa.
Uma vez que todos nós temos o dever de Evangelizar, o nosso testemunho é fundamental. Devemos apoiar as nossas acções na oração, fortalecendo a nossa relação com Deus, para que possamos crescer em fé e acções, e com isso darmos um testemunho coerente e vivo da Boa Nova.Nuno Morais
Era sábado, mais um grupo de missionários da Consolata tinha acabado de chegar a terras de Arouca para mais uma “formação à distância”.
Apesar do frio e da chuva, cerca de 45 jovens juntaram-se na Igreja de Fermêdo para dialogarem sobre um assunto bastante pertinente nos dias que correm: A LIBERDADE.
Afinal, o que é a liberdade? Onde começa e onde acaba a nossa liberdade? Será que o meu significado de liberdade é o mesmo que o teu? Sou realmente livre ou vivo obcecada por uma falsa liberdade que cada vez mais me torna prisioneira das coisas fúteis da vida?
Estas foram algumas das questões que surgiram ao longo da noite e nas quais reflectimos.
Confesso que foi difícil responder a algumas!
Hoje em dia vivemos uma falsa liberdade. A maioria das pessoas julga que ser livre é fazer o que se quer, quando se quer, onde se quer e com quem se quer. Não! Isso não é, nem nunca será sinónimo de liberdade, muito pelo contrário… esse tipo de atitudes tornam-nos cada vez mais prisioneiros de uma vida à deriva, ao sabor do vento.
Ser livre implica amar sem limites, assumir responsabilidades, não ter medo (sim, porque o medo é o maior obstáculo da liberdade) de enfrentar as situações, de dizer o que se pensa, etc.
Por vezes, quando estamos com o nosso grupo de amigos e todos têm uma opinião diferente da nossa, preferimos calar e “alinhar” com eles do que propriamente defender aquilo em que acreditamos. Isto acontece muitas vezes, principalmente quando o assunto em discussão é Deus! É verdade ou não é?
Somos seres que gritamos aos quatro ventos “eu sou livre” e depois vivemos agarrados a bens materiais como o telemóvel, a internet, o mp3, etc, etc… Será que sabemos o que é realmente ser livre?
Para mim, ser verdadeiramente livre implica amarmos incondicionalmente e ter como exemplo o nosso grande amigo JC que foi e é, sem dúvida, a maior prova de amor que Deus nos poderia ter dado.
Agora eu pergunto, mesmo sabendo o que implica ser livre, estão dispostos a isso? Estão dispostos a abdicar dessas prisões materiais que nos sugam cada vez mais? Estão dispostos a amar incondicionalmente todos os seres à face da terra, sem olhar à cor, à raça, ao estatuto social? Estão dispostos a “dar a outra face” quando alguém vos prejudica?
Pensem nisto… eu confesso que ainda ando à procura da resposta! Marlene Almeida