Nada pára, nem assusta estes pequenos missionários do Instituto da Consolata da comunidade de Águas Santas! Nem pelo simples facto de saberem que têm para fazer, antes de sábado desta semana, sete mil símbolos para a Peregrinação da Família dos Missionários da Consolata. Os preparativos já começaram... Participem nesta grande Peregrinação, pois vão adorar!! Sofia Carvalho, JMC Águas Santas
Fala-se muito em Milagres... Quantos de nós espera por um Milagre? "Quando a vontade do Homem se junta à vontade de Deus" poderá ser uma definição do que é um milagre. De facto quando o nosso Criador quer, dando à nossa vontade e dedicação, as obras mais maravilhosas nascem e dão muito fruto. Segundo Paulo Rocha (Leigo Missionário da Consolata) todos nós já somos fruto de um milagre. O facto de termos nascido é por si só um milagre. Portanto temos de nos relembrar disso todos os dias e revivê-lo, sendo testemunhas desse milagre... Reflectindo nos outros a Força que emana em nós. Mas afinal, para ti, o que é um milagre? Será que existem mesmo? Já Viste algum milagre? Qual o milagre que estás à espera que aconteça na tua vida?
Zé Pedro e Sofia, JMC Norte
Hoje em dia nós jovens, não sabemos qual a nossa função aqui neste mundo. Acho que algumas vezes andamos perdidos no impulso das conquistas de querer experimentar coisas novas, sentimentos novos, amores e supostos engates de última hora. Mas porque passado algum tempo, dias ou até minutos, já não é aquilo que queríamos ou sonhávamos para nós? Parece-me que as típicas frases “eu quero curtir a vida” e “só eu é que sei o que é melhor para mim”, muitas vezes não dá resultado. E a tomada de consciência deste erro, provoca tremenda dor que nos leva a reflectir e reconhecer que, se calhar ultimamente não tomei a atitude mais certa para mim.
Se não conseguimos exprimir ou falar por vezes com um amigo, ou alguma pessoa da nossa confiança (pais, irmãos ou familiares), torna-se pior, porque nos sentimos invadidos pela solidão. Sabemos que não é fácil, porque muitas vezes o contexto dos pais e amigos, não dão a confiança total para que alguém se manifeste ou exprima algo. Acabamos sempre por falar de cabeça fria e não com o coração. Existe também o medo de ser criticado ou posto até de lado (ou de parte) perante o anúncio duma decisão inesperada ou porque fizemos uma escolha diferente para nossa vida.
Hoje em dia, na comunidade em que vivemos ou estamos inseridos como cidadãos iguais a tantos outros, a vida nos faz pensar duas vezes qual é a escolha certa que realmente deveríamos tomar.
A vida e o mundo dão muitas voltas, mas por vezes temos que fazer um exame de consciência e reflectirmos na vida que estamos a levar. Devemos perguntar-nos o que estamos a fazer para mudar as ideologias e os olhares que não nos libertam, e que não nos deixam olhar para os nossos irmãos que estão pior do que nós.
Carlos Loureiro “Jac” (jovem aspirante da consolata)