quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O milagre das mãos vazias

Dar um sorriso,
quando em nós só há trevas.
Dar amor,
quando o próprio amor foi desenganado.
Dar apoio e segurança,
quando se está sofrendo a pior das solidões.
Dar conforto,
quando se está desconsolado.
Dar ânimo e coragem,
quando se tem vontade de abandonar tudo.
Matar a sede dos outros,
quando em si há desertos.
Ser chama,
quando em si não há fogo.
Ser luz,
quando em si há trevas.
Ser tudo para todos,
quando não se é nada para si mesmo.
Ajudar a todos,
mesmo sem nunca ter recebido um "obrigado".
Olhar com amor,
mesmo sendo visto com desdém e indiferença.
Amar a todos,
mesmo sem ser amado por ninguém.
Proporcionar alegria,
mesmo quando se está imerso em mares de tristezas,
de dor, de lágrimas.
Isto é o milagre das mãos vazias!

Poema de Padre Juca

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Amanhã é 12 de Agosto!!!

Não fosse a imagem a denunciar a ocasião e, talvez, alguns de vós não saberiam dizer o que se comemora a 12 de Agosto, por todo o mundo (pelo menos assim esperamos nós)...

Pois é, instituido pela ONU em 1998, este dia é vosso, o DIA INTERNACIONAL DA JUVENTUDE e, como não podia deixar de ser, o CJovem andou a bisbilhotar pela net para saber o que prepararam para vocês (jovens) neste dia especial.

Uma lista completa de eventos, borlas e coisas que tais podem ser encontradas AQUI, para melhor planearem o vosso dia, desde Museus a cinemas, transportes e concertos, há de tudo.

Mas, não fosse o CJovem um tanto ou quanto irrequieto e irreverente, aqui ficam algumas questões:
Acham que este dia está a ser promovido o suficiente?
É relevante existir?
O que falta a este dia, na vossa opinião?

CJovem

sábado, 8 de agosto de 2009

O alimento do caminho

(...) Tal como aconteceu em Jesus, a nossa humanidade enche-se do Espírito de Deus e tornamo-nos assim uma resposta de amor à fome de vida de tantos nossos irmãos. Mas para isso é preciso ter fé. “Quem acredita, tem a vida eterna”, diz-nos o Evangelho deste domingo. Se assim é, não se compreende a cara de enterro com que as pessoas saem da Igreja após a missa dominical. Não é possível, porque nos encontrámos com o Ressuscitado que nos deu o seu pão em alimento “para que não morra quem dele comer”. Comunicou-nos uma vida que dura para sempre. É o alimento do nosso caminho para uma vida sem fim. (...)

Continua a ler o comentário do P. Darci Vilarinho às leituras deste domingo, 19º do tempo comum, numa perspectiva missionária. AQUI.

CJovem