«É de assinalar a riqueza e novidade constantes desta experiência. O povo tanzaniano tem uma cultura muito própria».
«Após uma longa e cansativa viagem, finalmente chegámos ao nosso destino final: a missão do Ubungo, nos arredores de Dar es Salaam. Durante a primeira semana fomos apresentados a toda a comunidade do Ubungo e ao kigango de Baruti. Não podemos deixar de referir a simpatia e o carinho demonstrados por toda a gente, nem os inúmeros convites que recebemos para nos encontrarmos com várias famílias.
Para além disso, durante este período, concluímos a lavagem das paredes das salas a recuperar. Já na segunda semana, viajamos até Moshi, terra natal do padre Tesha. Aproveitámos para conhecer a região e participámos na sua missa nova, à qual se seguiu uma grandiosa festa.
Na véspera do regresso ao Ubungo, fomos ainda privilegiados com um delicioso almoço na casa dos pais do padre Tesha. Nesse dia, após vários de chuva, frio, nevoeiro e lama, abriu-se o sol e vislumbrámos o incrível Monte Kilimanjaro.
De regresso ao Ubungo, reinstalamo-nos e reintegramo-nos na dinâmica da missão. É justo mencionar a disponibilidade e simpatia demonstradas pelo padre Casimiro e pelas restantes pessoas da missão. Por fim, é de assinalar a riqueza e novidade constantes desta experiência. O povo tanzaniano tem uma cultura muito própria, em quase tudo diferente, que nos tem maravilhado e desafiado a cada dia».
terça-feira, 13 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
Costa de Marfim: “Chegamos bem, tamos na Missão!”
Já chegou a Costa de Marfim o grupo de jovens ligado aos Missionários da Consolata, que partiu na tarde do passado sábado, 10 de Agosto, do aeroporto de Lisboa rumo a este país africano. «Chegámos bem, tamos na missão. Abraço», assim reza o sms enviado por Maurício Guevara, o sacerdote missionário que acompanha e anima este grupo.
Formado pelo animador e mais nove jovens, este grupo é na sua maioria da área de Lisboa, e é composto por universitários, da medicina às áreas sociais e culturais, quase todos com o curso completo. Já no terreno o grupo vai-se dividir em dois, para fazer a experiência em duas missões situadas no norte da Costa de Marfim: Marandallah e Dianra. Ali, cada grupo fará a sua experiência missionária. Mais tarde vão-se reencontrar. Ali permanecerão durante um mês para uma experiência missionária, em contacto direto com realidades de Missão.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Jovens portugueses em peregrinação na Polónia
O grupo de nove jovens que está na Polónia desde o dia 4 de julho, para participar na tradicional peregrinação dos universitários ao Santuário de Chestokowa, já iniciou a caminhada e deverá chegar ao local de culto no dia 14.
São mais de três mil jovens peregrinos que caminham rezando, cantando e refletindo sobre a fé. «Nunca tinha participado numa caminhada tão grande. Está a ser uma experiência belíssima», disse o padre João Batista Amâncio, missionário da Consolata e responsável pelo acompanhamento dos jovens portugueses.
A peregrinação tem o apoio dos bispos polacos e os peregrinos são ajudados pelos moradores das localidades por onde passa a romaria, que colocam comida e água nas estradas para que ninguém passe fome ou sede. «É uma experiência cansativa mas rica de significado. A dificuldade é entender o polaco, mas pouco a pouco estamos nos integrando e entendendo a maneira de ser dos polacos», adiantou o sacerdote.
São mais de três mil jovens peregrinos que caminham rezando, cantando e refletindo sobre a fé. «Nunca tinha participado numa caminhada tão grande. Está a ser uma experiência belíssima», disse o padre João Batista Amâncio, missionário da Consolata e responsável pelo acompanhamento dos jovens portugueses.
A peregrinação tem o apoio dos bispos polacos e os peregrinos são ajudados pelos moradores das localidades por onde passa a romaria, que colocam comida e água nas estradas para que ninguém passe fome ou sede. «É uma experiência cansativa mas rica de significado. A dificuldade é entender o polaco, mas pouco a pouco estamos nos integrando e entendendo a maneira de ser dos polacos», adiantou o sacerdote.

