Aos irmãos da Consolata
No último dia da Páscoa com os Sem-Abrigo, o momento mais relevante foi quando
um Sem-Abrigo se deslocou ao ambão, na eucaristia da Ressureição de Jesus Cristo, para
declamar um poema, dedicado a todos os voluntários desta Páscoa.
um Sem-Abrigo se deslocou ao ambão, na eucaristia da Ressureição de Jesus Cristo, para
declamar um poema, dedicado a todos os voluntários desta Páscoa.
Nesta Páscoa vivemos a ressurreição do Amor, a ressurreição da Alegria de Viver, a
ressurreição da Esperança.
ressurreição da Esperança.
Sem mais, deixo-vos o poema do nosso Allen – “O Poeta””:
Aos irmãos da Consolata

Uma dívida de gratidão
Para com os irmãos
Missionários da Consolata.
Páscoa tempo do Senhor!
De recordar o paradoxismo
Do que foi toda a Sua dor
Mas também por nós
A prova de todo o Seu Amor.
Por mais que soframos
Não o esqueçamos
A nossa dor
É a Sua dor.
Com Ele vivamos
Com Ele soframos
Com Ele reconheçamos
Que só com Ele venceremos
A morte e toda a dor.
PÁSCOA é isso mesmo
Ressurreição e Alegria no Senhor!
A Ele que nos inspira
Que poesia transpira
Obrigado a todos vós irmãos
Por aqui estarmos
Com Ele e com quem amamos
Celebrando a Páscoa do Redentor!
Nós, os Sem-Abrigo

4 dias da Consolata
300 e tal ao frio e ao castigo
Mas sempre alimentados
E apoiados pela Consolata
E pelo Nosso Deus Amigo
Assim não esqueçamos Jesus Amigo,
Pois Ele terá para todos nós
Um dia sempre de abrigo
Que reside já no Seu Coração Amigo,
Assim se faça Santo o pecador!”
Júlio Alberto Allen Vidal – Páscoa 2012
Águas Santas – A equipa de informação
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